Quem é o Hugo?

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Eu sou uma pessoa imaginativa. As vezes me olho no espelho e me encontro com um poço de idéias. Por isso tenho a necessidade de me expressar de alguma forma. Vejo alguma cena na rua e consigo desenvolver um filme, me deparo com uma aula chata na faculdade e preparo um discurso e ainda, movido por uma simples palavra, discorro um texto... É assim, principalmente em forma de textos que vou me expressar aqui, falando sobre coisas do meu dia-a-dia!

domingo, 29 de maio de 2011

de ontem em diante


Eu sou o tipo de pessoa que dou a outra face, que sofro calado, o que releva, e responde a tudo com sorriso. Sou aquele que abaixa a cabeça, eu permito, deixo fluir. Cedo o meu lugar, as minhas vontades pelo a do outro e o priorizo. Sinceramente eu não queria ser assim, as vezes sinto até raiva de mim mesmo. Mas eu sou assim, em um mundo onde é “cada um por si e todo mundo na lama”, eu sou assim.
Eu preciso mudar! Preciso? "De ontem em diante, serei o que sou no instante agora".
Ninguém está se importando se eu me preocupo com o próximo, está todo mundo tão olhando pro seu próprio umbigo, que ninguém nem percebe personalidades como a minha. É uma amizade que é preciosa até a página 5, é amor que cresce conforme a conta bancária, são relacionamentos movidos pela futilidade.
“Maldito o homem que confia no homem” é uma frase muito falada, mas poucos sabem o que o autor realmente queria transmitir com isso: não dizia pra você não confiar em ninguém e sim pra não viver em função do HOMEM. A vida é feita de relacionamentos e relacionamentos devem ser baseados em confiança e mutualidade, lembrando que relacionamento só acontece entre duas ou mais pessoas. Enquanto vivermos nos relacionarmos superficialmente nossa vida nunca atingirá uma plenitude, se é que posso dizer assim.
Num mundo doente o amor é um defeito. A solidariedade, a caridade e as boas intenções, são vistas com maus olhos. Sentir raiva de todos por causa disso? Acho que não é a melhor saída, a terra é redonda demais e nossas escolhas passadas estão nos dando '-oi' logo ali na frente, se escolhermos nos relacionar com base em interesses passageiros, ou em beleza exterior, ou em bens materiais, ou, ou , ou... serão essas coisas o que nos esperarão de volta.
Enquanto isso eu sigo amando e sei que o amor constrange.


Aquele do amor.

Um comentário:

  1. É infelizmente vivemos num mundo "doente".
    Digníssimo texto, Hugolitcho! ;D

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