
Imagine a cena: Minha mãe está na sala a coser e minha vó na cozinha a cozer. Me sento no assento e me ponho a acentuar palavras do scrap enquanto tomo minha schweppes, escrevo afim de conquistar aquela menina que estou afim. Ora, é uma menina pegues que hora ou outra eu darei um pegues, minha xoxó, meu xodó! Bem, isso aconteceria se a tal da minha mãe desenbolsasse um cheque da sua bolsa pra eu dar aquele cheque, e xeque mate!
Desculpe a minha indiscrição por descrever minha vida pessoal e imoral aqui. Penso e logo vou dispensando meus pensamentos como se isso fosse uma despensa virtual e bem usual. O que foi visto que fez sua vista dilatar, delete. Faça um teste: absorva as coisas boas deste texto e me absolva das minhas bobagens.
Estou sem idéias mas com um ideal, faço coisas que me inspire, me boto a respirar novos ares e aspirar coisas novas, fujo da expiração que está a me cercar e pulo a cerca. No bom sentido, claro. No claro ou no escuro. Busco a ascenção até que me acenda as luzes do novo. Foi o que aconteceu. E como sucedeu? Como fiz isso? Me desfiz daquilo. Pulei da caminha logo cedo numa sexta e fui caminhar com uma cesta de frutas. Dever cumprido, andei devagar, vagarozamente um comprimento bem longo sem divagar sobre coisa alguma e sem cumprimentar pessoa nenhuma... tarefa árdua, principalmente porque debaixo daquele sol ardente, veio atrás de mim um russo que me atrasa pra falar da russia e da russa que deixou pra trás, e fala, e fala e FALOW! Falha, eu sei, é ruço. Caminhei. E quando comecei a suar, eis que soa um som agradável e amável, é um concerto musical? Algo mais usual. Conserto meus ouvidos e o som novamente ressoa... vento. Tento, invento, mas fico lento. Me apresso a apreciar tudo o que posso, minha tarde inteira de recreação onde recriei o que chamo de ação, passou.
No caminho de casa uma rádio falava sobre a Lei de Newton antes de tocar a Lady Gaga, a outra dizia que o tráfego era crítico enquanto criticava o tráfico, descriminava que o menino fora discriminado depois do flagrante por ter pego uma boa fragrância durante a infância afora, mas me pus a escutar quando se puseram a falar sobre a extinção do flamingo e do flamengo...
Eu passava por flores e florestas durante meu roteiro sem rodeio, o que eu queria era um condicionador floroso na minha cabeça, essa era a minha condição. E agora o que pairava na minha cabeça que não parava, era pensar que nesse textículo não há nada mesmo a absorver, nem sequer um versículo, mas se você sacar a idéia desses 'parônimos que me parô' irá me absolver.
Hugoldo
Desculpe a minha indiscrição por descrever minha vida pessoal e imoral aqui. Penso e logo vou dispensando meus pensamentos como se isso fosse uma despensa virtual e bem usual. O que foi visto que fez sua vista dilatar, delete. Faça um teste: absorva as coisas boas deste texto e me absolva das minhas bobagens.
Estou sem idéias mas com um ideal, faço coisas que me inspire, me boto a respirar novos ares e aspirar coisas novas, fujo da expiração que está a me cercar e pulo a cerca. No bom sentido, claro. No claro ou no escuro. Busco a ascenção até que me acenda as luzes do novo. Foi o que aconteceu. E como sucedeu? Como fiz isso? Me desfiz daquilo. Pulei da caminha logo cedo numa sexta e fui caminhar com uma cesta de frutas. Dever cumprido, andei devagar, vagarozamente um comprimento bem longo sem divagar sobre coisa alguma e sem cumprimentar pessoa nenhuma... tarefa árdua, principalmente porque debaixo daquele sol ardente, veio atrás de mim um russo que me atrasa pra falar da russia e da russa que deixou pra trás, e fala, e fala e FALOW! Falha, eu sei, é ruço. Caminhei. E quando comecei a suar, eis que soa um som agradável e amável, é um concerto musical? Algo mais usual. Conserto meus ouvidos e o som novamente ressoa... vento. Tento, invento, mas fico lento. Me apresso a apreciar tudo o que posso, minha tarde inteira de recreação onde recriei o que chamo de ação, passou.
No caminho de casa uma rádio falava sobre a Lei de Newton antes de tocar a Lady Gaga, a outra dizia que o tráfego era crítico enquanto criticava o tráfico, descriminava que o menino fora discriminado depois do flagrante por ter pego uma boa fragrância durante a infância afora, mas me pus a escutar quando se puseram a falar sobre a extinção do flamingo e do flamengo...
Eu passava por flores e florestas durante meu roteiro sem rodeio, o que eu queria era um condicionador floroso na minha cabeça, essa era a minha condição. E agora o que pairava na minha cabeça que não parava, era pensar que nesse textículo não há nada mesmo a absorver, nem sequer um versículo, mas se você sacar a idéia desses 'parônimos que me parô' irá me absolver.
Hugoldo

Para o autor desse texto de gran comprimento deixo os meus cumprimentos. Dispensa minuciosos comentários que certas pessoas possuem uma despensa pra armazenar os quais.
ResponderExcluirPois bem tentei enformar esse texto mas sinto lhe informar que sou péssima com palavras.
Mas eu bem que tentei, não é? AHsuhasuHAUshua
Muito bom, muito bom mesmo, Huguinho. Continue postando e divulgando, ok? Gosto de ler as ideias de meus amigos.
Beijooooos